Março de 2006 - Janeiro de 2009

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Abr 06

O desporto nunca foi, para mim, algo que suscitasse grande interesse, para dizer o mínimo. A minha única ligação com este mundo sempre se resumiu a ver jogos de futebol e a masturbar-me ao ritmo do voleibol de praia feminino. Em todo o caso aposto que deve ser extremamente interessante praticar algumas modalidades. Mas há outras que muito sinceramente não consigo perceber a piada. Ficam aqui uma série de exemplos de actividades que não entendo tanta dedicação e as minhas sugestões de alternativas:

  • Badmínton – é absolutamente ridículo, não passa de uma versão gay do ténis. Quem olha para aquela bola de borracha com uma rede à volta nota logo que coisa boa não pode ser. Joguem ténis ou ping-pong.
  • Curling – ao longe vê-se logo que é um absurdo. Uma pista de bowling, mas em gelo, com um gajo de joelhos a empurrar uma terrina e dois otários, cada um com a sua vassoura, a esfregar o chão. Joguem à malha.
  • Marcha – quando penso nisto até me doiem as costas. Mas quem é que se lembrou de andar kilometros atrás de kilometros daquela maneira. Em vez de marcha devia-se chamar "Andar à parva". Comprem o passe.
  • Lançamento do peso, do martelo ou de outra coisa qualquer – A ideia de ver quem é que manda mais longe um qualquer objecto, só pode levantar uma questão: "Para quê?". Sim, mas que raio de orgulho pode alguém ter nisto."Bem hoje consegui lançar o disco a 54 metros.". Os meus sinceros parabéns, aposto que os teus pais finalmente viram as vantagens dos métodos contraceptivos. Façam tiro ao alvo, sempre mandam algo para longe e cansam-se menos.
  • Remo – Não é parvo, a não ser num pequeno pormenor, que me faz muita confusão. É aquele gajo que vai no barco com um megafone aos berros o tempo tudo. Mas porque é que o levam? Qual é o interesse de ir a ouvir um tipo que nos vai a dizer aquilo que a gente já sabe? "Remem!! Remem!!". Olha mas que grande novidade, isso sei eu que é para remar. Pensavas que eu não sabia? "A sério, temos de remar? Estava convencido que isto era uma prova de pesca desportiva.". Livrem-se desse gajo e continuem o bom trabalho.
publicado por Velho Jarreta às 23:56

Quando eu andava no liceu, havia um colega meu que tinha uma série de características que raramente se encontram na mesma pessoa. De acordo com a população feminina, era de longe o mais bonito da escola, tinha uma namorada considerada pura e simplesmente a gaja mais boa que por ali havia. Praticava bastante bem qualquer modalidade desportiva e era um óptimo aluno, nunca tendo chumbado um ano, e quando acabou o 12º ano entrou logo para a faculdade. E pior que tudo é que era um gajo muita porreiro. Como é obvio ficou conhecido como o "mete-nojo".

Sempre me fascinou esta profunda injustiça, como é que algumas pessoas, como diz o povo, nascem com o cú virado para a lua. Por outro lado também há aqueles desgraçados que são um sortido de defeitos de fabrico. Toda a gente se lembra destes cromos, e se não te lembras, era porque o cromo eras tu.

A única explicação para isto é que a vida é injusta. Não se ponham com ilusões. Lá porque nasceram vesgos, com um QI de um digito e com os pés tortos não esperem que o futuro seja brilhante só porque apareceram neste mundo desfavorecidos. Do mesmo ponto de vista, se têm um perfil igual ao do meu colega também não acreditem que são seres especiais e que vieram à Terra para alguma missão que mude o futuro da humanidade.

"Ah é o destino.". Ó pá chamem-lhe que quiserem, mas conformem-se. Se mesmo assim estiverem desiludidos tornem-se budistas, ao menos como acreditam na reencarnação podem sempre pensar "Não tive sorte nenhuma desta vez mas quando cá voltar é que vai ser bom."

publicado por Velho Jarreta às 11:33

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