Março de 2006 - Janeiro de 2009

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Jul 06

Com o Médio Oriente novamente a ferver, achei apropriado arranjar uma solução definitiva para aquela caldeirada onde nunca mais se vê o fundo à panela. Visto que é mais provável que o Rodrigo Tello se torne um bom jogador do que aquela gente chegar a alguma espécie de entendimento, a única hipótese é ir cada um para seu lado e seguir a sua vida. Assim tipo divorcio: "Desculpa querida mas já não dá, a tua intifada já não me seduz e a tua fatah já não me alegra.", "Tens razão. Os teus raides aéreos já não me aquecem e o teu muro das lamentações já não cresce mais."

Até aqui tudo muito bem, mas quem ficaria com a casa? Não quero ser juiz de tribunal civil nem advogado de qualquer uma das partes mas têm de ser os judeus a procurar um T19374645895736383 com garagem para dois carros noutro sitio qualquer, senão temos de seguir para divorcio litigioso e aquilo nunca mais se resolve.

É que se não são os palestinianos ou os libaneses são os sírios ou os iranianos ou outra vizinhança qualquer. É que naquele prédio nunca ninguém gostou deles. Até depois da II Guerra Mundial, na altura das mudanças, houve problemas, e como diz o povo, pau que nasce torto tarde ou nunca se endireita.

Então o que fazer com os milhões de israelitas ? Só vejo uma hipótese, têm de vir todos para Portugal. Absurdo? Impossível ? Complicado? Nada disso. De certo que seria, sem dúvida de qualquer espécie, a melhor solução para todas as partes.

Os árabes ficariam todos contentes porque aqueles vizinhos, que nunca lhes agradaram, que ligavam os aviões às tantas da noite para os bombardear, e protestavam sempre na reunião de condóminos, já estavam a morar bem mais longe, e como tal já não os incomodavam.

Os israelitas finalmente encontravam a sua verdadeira terra prometida. Aquilo que Moisés falava não era entre o monte Sinai e Jericó, mas sim entre Bragança e Faro. Aqui poderiam finalmente viver em paz. Os árabes mais próximos são os marroquinos e esses só enervam a impingir tapetes e blusões de cabedal quando vamos a Ceuta.

Então e para nós, os portugueses, o que seria da nossa vida? Não contem a ninguém mas seriamos os principais beneficiados. Os israelitas viriam todos para o interior, assim resolvia-se o problema da desertificação, que ficaria cheio de gente que ainda por cima está mais que habituada a viver no deserto, por isso nunca se iriam queixar que em Serpa está muito calor ou que a agricultura este ano não dá por causa da seca.

A grande vantagem seria que passaríamos finalmente a ser um país rico. Segundo dizem, os judeus são cheios de guita, eu não sei porque nunca conheci nenhum mas se dizem é bem capaz de ser verdade. Qual défice, qual carapuça, agora somos ricos finalmente!!! Esqueçam o Euromilhões, mandei mas é israelitas . Pensem nisto que tem pernas para andar.

publicado por Velho Jarreta às 00:33

comentário:
Concordo e tal como adoptamos em tempos os dot's sugiro que possamos adoptar um ou mais israelitas,dá smp jeito..
Furakão a 26 de Julho de 2006 às 17:34

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